Segunda-feira, 6 de Julho de 2009

Pouco mais de um ano após o seu lançamento, o mais recente empreendimento imobiliário do Pine Cliffs Resort "já tem praticamente um terço das moradias









Pouco mais de um ano após o seu lançamento, o mais recente empreendimento imobiliário do Pine Cliffs Resort "já tem praticamente um terço das moradias vendidas".A garantia foi dada em comunicado de imprensa pelo Pine Cliffs, que revelou ainda que o valor por metro quadrado ronda os "5.500,00 euros", sublinahndo que "os The Terraces, Pine Cliffs estarão prontos a habitar ainda este Verão".
Com uma área de implantação de aproximadamente 11mil metros quadrados (m2) - incluindo jardins, piscina e zonas verdes naturais - "e um investimento superior a 20 milhões de euros", os The Terraces, Pine Cliffs "são constituídos por 20 luxuosas e modernas moradias, em tipologias V2 e V3, com terraço e jardim privativo, e áreas que variam entre os 240 m2 e os 295 m2 ".
O projecto imobiliário promovido pela United Investments Portugal (UIP), "está a ser procurado tanto por portugueses como por estrangeiros", refere a mesma fonte, "maioritariamente como segunda habitação para férias, e as moradias mais vendidas até ao momento são as maiores e mais caras, que rondam os 1,650,000 milhões de euros".
"Contamos até ao momento com 6 moradias vendidas e com outras 4 reservadas, e as nossas previsões apontam para que o período de comercialização esteja concluído dentro de 12 meses", refere Carlos Leal, Director Geral da United Investments Portugal (UIP), acrescentando que o impacto da crise económica mundial está aquém das expectativas iniciais: "A desvalorização da libra face ao euro está a ter impacto, sobretudo, no Reino Unido, mas este segmento está a ser, em grande parte, compensado pelos mercados nacional e nórdico, o que contribui para anular o efeito da crise na comercialização dos The Terraces, Pine Cliffs".
Localizado numa das zonas mais recatadas do Resort, o projecto dos The Terraces, Pine Cliffs é assinado pelo atelier de arquitectura Promotório, "que conjugou a elegância e modernidade com o design contemporâneo, numa decoração que privilegia o minimalismo e os tons brancos".
"O proprietário dos The Terraces, Pine Cliffs está acima de tudo a comprar um estilo de vida onde todos os elementos da natureza, toda as infra-estruturas e serviços se conjugam para proporcionar o melhor que a vida pode oferece. Está, obviamente, também, a adquirir uma propriedade plena num Resort de luxo de 5 estrelas, gerido pelo Grupo Starwood, um grupo cujo reconhecimento e a experiência constituem uma prova de excelência e de elevados níveis de serviço no mercado de turismo internacional", refere Carlos Leal, Director Geral da UIP.

No âmbito da 19ª Edição da Pimel, em Alcácer do Sal, vai ter lugar um seminário subordinado ao tema: «Grandes investimentos turísticos em Alcácer -


No âmbito da 19ª Edição da Pimel, em Alcácer do Sal, vai ter lugar um seminário subordinado ao tema: «Grandes investimentos turísticos em Alcácer - Impacto na Economia Local» que contará com a participação do Grupo Imovia.

Neste seminário, o Grupo Imovia irá apresentar o seu maior projecto na região, o Barrosinha Nature Farm Resort. Trata-se de um projecto turístico integrado, em desenvolvimento na Herdade da Barrosinha, em Alcácer do Sal, com cerca de 2.000 hectares e com uma localização e beleza únicas. Considerado um Projecto de Interesse Nacional (PIN) desde 2008, o Barrosinha Nature Farm Resort tem um investimento que rondará os 600 milhões de euros, tendo como principais segmentos o médio/médio alto.

O Barrosinha Nature Farm Resort está vocacionado para o turismo de qualidade. Caracterizado por um conceito inovador, o Rural Chique, no Barrosinha Nature Farm Resort a elegância e o requinte coexistem em perfeita harmonia com toda a envolvência natural, permitindo a vivência de experiências únicas e inesquecíveis.

Além da participação neste seminário, o Grupo Imovia é também um dos patrocinadores deste certame, que este ano tem como temática «O Estuário do Sado» e que estará a decorrer de 24 a 28 de Junho, com um diversificado programa.

Actualmente em termos empresariais, o Grupo Imovia está orientado, vocacionado e focalizado para as seguintes áreas de negócio: Turismo e Hotelaria, Logística e Imobiliário, nas suas componentes de habitação, comércio e serviços. Por razões essencialmente históricas, o Grupo Imovia possui também operações de dimensão relevante nas áreas da construção civil e metalomecânica

O primeiro Crowne Plaza vai ser em Vilamoura .


Finupe equipa complexo no Sul de Espanha
A Finupe foi seleccionada para a colocação de cerca de 20 mil m2 de Pavimento Sobreelevado, numa primeira fase, no valor de 1,7 milhões de euros, no maior complexo tecnológico empresarial de iniciativa privada, no Sul de Espanha: o Centro Tecnológico de Palmas Altas (CTPA).
O Centro Tecnológico de Palmas Altas adjudicou à Finupe mais um edifício do seu complexo empresarial em Sevilha, que incrementa em 930.000 € o contrato já assinado e que se traduz agora num valor global de 2,6 milhões de Euros. O Edifício A4, agora adjudicado, tem uma dimensão de aproximadamente 8.500 m2, sendo que esta adjudicação traduz o reconhecimento do CTPA pelo trabalho de qualidade desenvolvido pela Finupe nos edifícios da primeira fase, cujos trabalhos decorrem desde o passado mês de Fevereiro.
O CTPA, representa um investimento na ordem dos 130 milhões de euros e conta com um total de 50 mil m2 de construção, dos quais 30 mil m2 serão a nova sede da Abengoa, empresa tecnológica que utiliza soluções inovadoras para o desenvolvimento sustentável, 16,3 mil m2 destinam-se a albergar outras entidades sinérgicas ou colaboradoras da Abengoa, e os restantes 3,7 mil m2 serão áreas de serviços comuns, tais como restaurantes, infantários, ginásio, agências de viagem, salas de lazer, entre outros.

A Invescon, empresa associada à consultora imobiliária portuguesa Worx, foi contratada para gerir o projecto “Cidade Financeira”


A Invescon, empresa associada à consultora imobiliária portuguesa Worx, foi contratada para gerir o projecto “Cidade Financeira”, empreendimento imobiliário que a Finicapital, do Banco Privado Atlântico (BPA), está a promover em Luanda. Na capital angolana, num terreno com 25 mil metros quadrados, a “Cidade Financeira” terá quatro edifícios de escritórios, que serão ocupados por instituições bancárias e financeiras. O complexo, que contará com uma área de construção de 57 mil metros quadrados acima do solo, inclui um centro de convenções, academia de formação, restauração, ginásio, entre outros espaços. As obras do empreendimento arrancaram esta semana. A Invescon será responsável pela gestão de todo o projecto e pela coordenação da obra nesta primeira fase, segundo informou a empresa em comunicado. O objectivo da Finicapital é “criar um conceito novo no sector de escritórios, associado a uma academia para formação de quadros médios e superiores para o sector financeiro”, de acordo João Veiga, responsável desta empresa do grupo BPA. “As nossas responsabilidades passam pela representação directa do promotor, ajudando a atingir os objectivos do empreendimento, através da limitação dos riscos e da optimização dos recursos”, acrescenta Augusto Silva, director geral da Invescon.

Sexta-feira, 19 de Junho de 2009



Crise profunda na construção no Algarve
AECOPS mostra elevada preocupação perante os dados estatísticos agora analisados
De acordo com a última análise regional de conjuntura da AECOPS, divulgada esta semana, o Algarve é a região do País onde se verifica a maior quebra de produção no mercado residencial e o maior aumento da taxa de desemprego no sector. Refere a AECOPS que nos primeiros quatro meses deste ano, o número de fogos novos licenciados na região algarvia caiu 59,7 % face a igual período de 2008, contra os -45,0 % da região Centro, os -58,4 % da zona de Lisboa e os -48,4 % do Alentejo. Como refere a AECOPS, na sua análise de conjuntura, "os indicadores que têm vindo a ser disponibilizados e que se referem ao desempenho do sector da Construção no Algarve, confirmam a manutenção de uma situação muito desfavorável, em termos de mercado de construção nesta região", o que compromete a actividade das empresas que aqui laboram. Por sua vez, em face desta evolução, diz a AECOPS que não é de estranhar o forte crescimento do desemprego no sector no Algarve: 205% até Abril do corrente ano, contra os 74,5 % de média no País, os 65,9 % do Centro, os 70,1 % da região de Lisboa e os 79,9 % do Alentejo. O aumento do desemprego, "três vezes superior à média nacional”, reflecte que a crise na região do Algarve “assume proporções preocupantes. Em termos concretos, esta realidade abrangia, até final de Abril, mais de 3,4 mil trabalhadores", sublinha a AECOPS, salientando ainda que, a corroborar esta situação, está a redução da capacidade produtiva utilizada pelas empresas algarvias, que é agora de 61,6 % (72,3 % em média nacional), da carteira de encomendas (7,3 meses no Algarve e 9,5 meses em termos globais) e das

Sábado, 13 de Junho de 2009

A reportagem com Peter Tacon Thornton e Manuel Guilhermino Correia, administradores e investidores das empresas do Grupo Espiche Golfe


A reportagem com Peter Tacon Thornton e Manuel Guilhermino Correia, administradores e investidores das empresas do Grupo Espiche Golfe, permitiu alguns esclarecimentos em relação ao impasse dos investimentos do grupo, assim como dar conhecimento do reconhecimento que recentemente tiveram do trabalho desenvolvido em contraponto com o desinteresse que sentem por parte da autarquia em contribuir para a resolução de um assunto que tarda em ser equacionado como justo e inadiável pelo tempo que já decorreu. O grupo de investidores ingleses, americanos, sul africanos e portugueses dos projectos de Espiche Campo de Golfe S.A e Espiche Golfe Village - Lagos Turismo S.A. têm vinte anos de expectativas, esperas de viabilização e de conversas animadoras por parte da autarquia, mas que infelizmente não passam disso, até hoje!O Campo de Golfe de Espiche começou a ser construído há cerca de 15 anos, com licença emitida pela Câmara Municipal de Lagos, após deliberação favorável unânime na Assembleia Municipal. Por questões de natureza jurídica a que a empresa é alheia, um contencioso jurídico entre o Ministério Público e a Câmara Municipal de Lagos, desde há vários anos, tem causado um prejuízo de vários milhões de euros (IMI, manutenção, financiamentos bancários e privados, segurança privada, seguros, trabalhadores, impossibilidade de exercer o negócio previsto, entre outros), no grupo de investidores que resiste a contrariedades que não merece e que a justiça de um qualquer país de direito condenaria.Os investidores que sempre acreditaram e nunca desistiram nem desistirão dos direitos que se lhes assiste em termos de investimento, de igualdade de oportunidades, de justiça, nem de viverem na terra que escolheram, sempre colaboraram com a administração pública local (autarquia) e nacional e neste momento particular de crise, solidarizam-se na procura de soluções que permitam o desenvolvimento local através de um plano de negócios com especial relevo para o emprego e desenvolvimento económico neste concelho. O mesmo grupo detém à parte do golfe, uma urbanização adjacente com 122 lotes urbanos para construção, entre lotes para moradias, equipamentos e um aparthotel de cinco estrelas, prevendo-se o início da sua construção para breve, estando assim criadas condições para gerar cerca de 400 postos de trabalho, directos e indirectos, com incidência nas áreas da construção, imobiliária, gestão de propriedades, turismo e lazer.Termina este ano, a construção do campo de golfe. Está actualmente no período de maturação e pré-abertura. É objectivo dos investidores começarem a jogar os primeiros nove buracos no próximo mês de Julho. O campo estará totalmente concluído no fim do verão deste ano.O projecto foi elaborado pela PROAP, tendo tido a preciosa colaboração do prestigiado Peter Saurman responsável por vários projectos de campos de golfe na África do Sul e Inglaterra. É um campo internacional, de 18 buracos, par 72, com cerca de 5.900 metros de comprimento. Os greens são de dimensões generosas.No passado dia 20 de Abril estudantes de Arquitectura de golfe visitaram o campo de golfe de Espiche.A recebê-los estavam o gestor do projecto Peter Thorton, Paulo Coelho e Simão da Cunha representantes da empresa Native Colors - Golf Projects que tem a responsabilidade da manutenção do campo.O “European Institute of Golf Course Architects”, com sede em Surry, Inglaterra, promove o único diploma do mundo em arquitectura de campos de golfe.Este curso tem a duração de dois anos. De seis em seis meses os alunos reúnem-se num destino europeu de golfe de referência para frequentar aulas teóricas e visitar campos de golfe. Os destinos são: Surry, Inglaterra; Dusseldorf, Alemanha; West coast, Inglaterra; Algarve, Portugal; St. Andrews, Escócia. Entre estes períodos os alunos fazem trabalhos práticos.O curso de 2008-2009 esteve, no passado mês de Abril, duas semanas no Algarve. Com a perspectiva de enriquecer a experiência dos alunos no desenho de campos de golfe e nas questões agronómicas foi organizada uma visita, ao campo de golfe em apreço.Visitaram o campo cerca de 20 alunos oriundos de países tais como Estados Unidos da América, México, Inglaterra, Itália, Escócia, África do Sul, Portugal, Argentina. Foram acompanhados pelo famoso professor de agronomia Inglês, Martyn Jones, que aproveitou a ocasião para dar uma lição sobre relvas de clima quente, tendo dito que o que distingue este campo de golfe é o seu enquadramento paisagístico natural, com vistas espectaculares estando completamente enquadrado na natureza. Disse ainda que é aproveitada assim, com mestria as características naturais do relevo e da flora da região oeste do Algarve, a utilização de relvas de baixo consumo de água e fertilizantes, os greens de Paspalum únicos no Algarve, e o rough de vegetação autóctone, são uma realidade entusiasmante para um futuro melhor em termos ambientais.Na despedida, os alunos expressaram o seu contentamento com a visita, enriquecidos pela experiência e convictos que, neste mundo, ainda há lugar para campos de golfe originais.Também foram visitados em Abril passado pela Associação de Greenkeepers de Portugal tendo amavelmente a direcção da Associação na pessoa do Sr. Carlos Vieira dito que se trata de um projecto inovador desenvolvido por uma equipa dedicada, um exemplo para o futuro da manutenção e do Greenkeeping em Portugal e no mundo.Entre tanto dissabor sempre gera algum alento a apreciação desinteressada de quem sabe julgar pelas competências que tem.

Sexta-feira, 12 de Junho de 2009

Fizeram centenas de quilómetros para gozarem umas miniférias. Mais de meia centena de turistas foi obrigada a abandonar o Eco Camping Resort (Zmar), e


Fizeram centenas de quilómetros para gozarem umas miniférias. Mais de meia centena de turistas foi obrigada a abandonar o Eco Camping Resort (Zmar), em Odemira, por não ter condições de higiene "devido a obras em curso".
Paulo Moreira diz ter feito 500 quilómetros com a família para poder usufruir de uns dias de descanso. "Quando chegàmos encontràmos um descampado sem árvores, sem relva, muito pó e com muitos serviços sem estarem prontos a funcionar", assegura, garantindo que quando fez as marcações não lhe disseram que o parque "estaria por concluir".
Paulo Moreira questiona mesmo se o resort "terá já licença de funcionamento", já que muitos dos espaços de pernoita encontravam-se ainda incompletos. "Vimos ainda os aparelhos de ar condicionado em caixotes", revela.
Paulo diz que ainda que tentou arranjar um hotel para poder passar a noite com a família, "mas estava tudo esgotado". Decidiu pernoitar no espaço e ontem acabou por sair. "Devolveram-me o dinheiro mas queriam que eu pagasse a noite que dormi, o que não fiz".
Para Helena Loureiro "o sonho transformou-se em pesadelo". Também ela e a família fizeram centenas de quilómetros para poderem usufruir de "um sonho que nos tinha sido transmitido pela internet e pela agência de viagens". O que encontrou "nem dá para descrever", garante. "Estava tudo sujo, fios de electricidade no chão, a piscina de ondas não existia, o ginásio tinha madeiras e martelos, as casas de banho nem água tinham", conta, assegurando que o resort "parecia um estaleiro".
A família de José Maria Sousa também está indignada com o que encontrou. "Percebemos que há atrasos, mas podiam ter avisado que o espaço não estava pronto", revela, adiantando que estiveram até às 22 horas de anteontem à espera que atribuissem um chalé. "Estávamos vários casais com crianças e ninguém nos deu uma palavra", assegura, garantindo que todos os visitantes assinaram o livro de reclamações.
O JN tentou o contacto com o resort, mas a recepcionista garantiu que não havia ninguém para comentar a situação. Depois de ter pedido para voltar a ligar novamente, o número de telefone deixou de dar sinal de chamada.
Na internet, o Zmar anuncia que está "aberto para testes com convidados" e que "só aceita reservas a partir de 1 de Julho". Diz que é o primeiro parque de campismo ecológico de cinco estrelas da Europa, construído em 90% com materiais reciclados e com um investimento de 30 milhões de euros.

Segunda-feira, 8 de Junho de 2009

A 5ª edição do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima tem data marcada para 29 de Maio até 31 de Outubro de 2009

Edição 2009
A 5ª edição do Festival Internacional de Jardins de Ponte de Lima tem data marcada para 29 de Maio até 31 de Outubro de 2009. Este ano, o Município recebeu 67 candidaturas provenientes de dezanove países, de quatro continentes, que vem mais uma vez confirmar não só o êxito crescente que o Festival tem alcançado, mas principalmente que consagrou uma imagem internacional de qualidade. Preservar, sensibilizar, oferecer exemplos em termos de recuperação ambiental e paisagística é o objectivo do Município de Ponte de Lima que tem apostado numa política ambiental sustentável. São objectivos do Festival contribuir a nível local, nacional e internacional para uma maior sensibilidade para a Arte dos Jardins e para o aumento da importância dos mesmos e dos espaços verdes, contribuindo assim para o incremento da qualidade de vida dos cidadãos, criando um movimento que aproxime as flores, as plantas e a arte ao espaço urbano e simultaneamente represente uma força de conservação e enaltecimento dos valores paisagísticos.

O Festival
Numa breve definição, pode dizer-se que um jardim é a expressão máxima do equilíbrio poético entre o Homem e a Natureza. De facto, é um espectáculo artístico em permanente mudança, onde a tela é pintada pelas cores cheias de vida das plantas e flores que brotam em cadências cíclicas. Com criatividade e paixão insaciável pela arte da Terra, os artistas encontram no jardim um veículo privilegiado para expressar mensagens e emoções, nas obras que cuidadosamente concebem com peculiar sentido estético. Três vitórias no Concurso Nacional de Vilas e Cidades Floridas com três medalhas de prata e bronze no Concurso de Vilas e Cidades Mais Floridas da Europa, Ponte de Lima é sem sombra de dúvidas a Capital Nacional dos Jardins. Tendo como base este cenário colorido, o Município de Ponte de Lima procurou dar um contributo ímpar com a criação do Festival Internacional de Jardins.
O aproveitamento e fruição dos espaços públicos ao serviço das populações, aliado a novas abordagens e tendências artísticas, são os ingredientes mágicos que trazem um sabor especial ao Concelho. Com o Festival Internacional de Jardins, iniciativa sem precedentes a nível nacional, a Autarquia relança o gosto e culto pela preservação do património e defesa do ambiente. Acessível a todos aqueles que queiram apresentar propostas, o Festival abre portas aos interessados e promove assim a interactividade com a comunidade envolvente, outra importante faceta do Festival, que o torna ainda mais multifacetado.
Ficam, desta forma, criadas as condições para alcançar os objectivos do Festival. Se por um lado pretende levar além fronteiras o nome de Ponte de Lima, por outro, promove a região e dinamiza campanhas pedagógicas e de sensibilização relacionadas com questões ambientais e as temáticas dos jardins. Com periodicidade anual, este acontecimento único na Península Ibérica inspira-se no Festival de Chaumont, em França, albergando cada vez mais actividades culturais complementares, como o teatro, a pintura e a fotografia, entre outras.
Percurso
Desde o seu início em 2005, este evento tem registado uma acentuada evolução a todos os níveis. Além da crescente vaga de público visitante, de ano para ano aumentam significativamente o número de projectos e participação de candidatos internacionais, que esperam ver em Ponte de Lima a concretização das suas ideias inovadoras e vanguardistas.
O Festival Internacional de Jardins tornou-se uma realidade graças aos paisagistas autores da globalidade do projecto, Francisco Manuel Caldeira Cabral e Elsa Maria Matos Severino, que optaram por um festival diversificado no ano de arranque do projecto. Nesse ano, os jardins expostos foram na totalidade da sua autoria, sendo visitados por 60 000 pessoas que elegeram o jardim “Jardim do Arco Íris”, como o preferido da edição experimental do Festival. No ano seguinte, ainda sem temática obrigatória, o Festival Internacional de Jardins fez jus ao seu nome, recebendo no total dezanove propostas, procedentes do território nacional, bem como de França e Áustria. Os 70 mil visitantes que desfrutaram do Festival votaram o jardim “Sonho meu, Sonho meu” como o grande vencedor de 2006.
Sob o tema “O Lixo na Arte dos Jardins”, o Festival superou todas as expectativas em 2007. Fruto de um intenso trabalho promocional a nível nacional e internacional, o evento recebeu trinta candidaturas oriundas de diversos países. A fantástica adesão do público, com mais de 70 mil visitantes durante os cinco meses do certame, foi também sinónimo do enorme êxito alcançado. A presença da comunicação social projectou o Festival e o nome de Ponte de Lima foi publicitado em muitos jornais e revistas, com destaque para aqueles que se dedicam ao sector da jardinagem, do paisagismo e da arquitectura. O jardim mais votado desse ano foi “O jardim das Avestruzes”.
A última edição do Festival Internacional de Jardins veio consolidar a maturidade que o evento tem vindo a alcançar. Basta, para isso, analisar os dados estatísticos para verificar que o Festival é um caso de sucesso. Foram recepcionadas quarenta e três propostas candidatas, oriundas de doze nacionalidades, o que trouxe dificuldades acrescidas aos membros do júri para efectivar a escolha. Os projectos seleccionados, provenientes de países como a Áustria, Canadá, Espanha, França, Inglaterra, Itália, Japão e Polónia, demonstram a internacionalização do evento e ilustram bem a política de divulgação que o Município tem levado a cabo. “As Energias no Jardim”, tema escolhido para a quarta edição do Festival, sensibilizou as cerca de 90 mil pessoas que passaram por Ponte de Lima durante os cinco meses, tendo eleito o jardim “Energias Reflectidas” como o preferido de 2008, garantindo assim a sua permanência durante este ano.
Ponte de Lima no Mundo
A cedência de jardins para outras localidades interessadas constitui uma peça fundamental da campanha de marketing promocional que o Município tem promovido nos últimos anos. Ponte de Lima é já considerada uma verdadeira imagem de marca, democratizando o Festival Internacional de Jardins através de jardins instalados em locais onde os recebam com carinho. O jardim exportado para a Áustria e os jardins recentemente instalados em Vigo, Orense - Espanha, Lisboa, Porto, Braga, Vila Nova de Foz Côa, Serpa e outros em Ponte de Lima, são exemplos da inovadora receita da divulgação territorial.

Domingo, 7 de Junho de 2009

Primeiro Eco Hotel vai ser construído no Estoril


Primeiro Eco Hotel vai ser construído no Estoril
O Estoril vai receber em 2011 o primeiro hotel eco-eficiente do país, resultante de um investimento global na ordem dos 40 milhões de euros. Desenhado pelo arquitecto J.Vasconcelos Marques Arquitecto, esta nova unidade hoteleira assenta no conceito de eco-eficiência e tem como principal objectivo criar um conceito diferente do habitual e ao mesmo tempo ecológico. "Com este projecto queremos marcar a diferença e, ao mesmo tempo, ter uma atitude pedagógica", disse à agência Lusa o responsável da empresa, João Vasconcelos Marques. Este projecto pioneiro a nível nacional usa técnicas inovadoras em termos de reciclagem dos circuitos de água e de energia, utilizando métodos ecológicos de construção com materiais reciclados. "Só as energias renováveis não chegam, é preciso juntar sistemas construtivos com cuidados de isolamento e evitar outros defeitos", acrescentou o responsável. O "Hotel Mundial Estoril Resort & Spa" vai situar-se em frente à Quinta Patino, em Alcabideche, com uma capacidade de acolhimento para 500 pessoas, que poderão ficar instaladas em 250 quartos. O responsável mostrou-se satisfeito com o facto de a Câmara Municipal de Cascais ter emitido a licença para construção sem condicionantes, adiantando que a abertura ao público está agendada para 2011.

Martinhal Resort são Chitra Stern e Roman Stern, que em parceria com Nigel Chapman e Nicholas Dickinson - conhecidos internacionalmente como fundadore


Novo conceito de luxo para famílias chega ao Algarve
Representando um investimento de 82 milhões de euros, o Martinhal Resort foi oficialmente apresentado ao público, numa cerimónia que contou com a presença de Luís Patrão, presidente do instituto de Turismo de Portugal. O primeiro resort de luxo vocaccionado para famílias engloba um hotel de cinco estrelas, geminadas, assim como várias infra-estruturas de apoio: restaurantes, spa, piscinas interiores e exteriores, lojas, um clube infantil, e um sports club com courts de ténis e de paddle, entre outros. Este projecto contribuirá para o desenvolvimento económico e social de Sagres pelos visitantes que irá atrair e pelo emprego que vai gerar, cerca de 250 empregos directos.Luis Patrão referiu ainda a importância deste projecto na medida em que o “ Martinhal Resort vem dar resposta aos tempos de crise fortalecendo a capacidade empregadora do nosso país. Com a inauguração deste Resort de Luxo que contemplará um hotel de 5 estrelas, o Martinhal Resort estará a contribuir para o aumento da qualidade hoteleira da região do Algarve”. Os mentores e investidores do Martinhal Resort são Chitra Stern e Roman Stern, que em parceria com Nigel Chapman e Nicholas Dickinson - conhecidos internacionalmente como fundadores e operadores de hotéis de luxo para famílias no Reino Unido e criadores das marcas Luxury Family Hotels e Alias Hotels, premiadas a nível internacional – estão a desenvolver o projecto. Chitra Stern, uma das investidoras do projecto Martinhal Resort mostrou-se orgulhosa por partilhar com todos os presentes a concretização de um sonho que nasceu em 2001. No seu discurso referia que “O Martinhal Resort é mais do que um investimento, não é apenas mais um resort no Algarve, mas sim, um novo conceito de luxo, de integração, de respeito pela natureza, de aproveitamento da gastronomia rica em produtos frescos e não menos importante, das suas gentes tão genuínas.” Francisco Nogueira de Sousa será o Administrador Executivo do Martinhal Resort. Com mais de 12 anos de experiência no sector hoteleiro, Francisco Nogueira de Sousa já passou pelo Sheraton Lisboa, Hotel Mencey, Westin La Quinta Golf & Spa Resort em Marbella, Colombo’s Resort em Porto Santo, Starwood Hotels & Resorts e mais recentemente desempenhou a função de Director de Operações no Sheraton Pinne Cliffs Resort no Algarve. Concluída a primeira fase do projecto, composta por vivendas de luxo e casas geminadas que se encontram disponíveis para alugar, o projecto do Hotel de 5 estrelas estará concluído em Abril de 2010.

Nas Herdades Corte Velada e Corte Barriga, na freguesia de Bensafrim, no Norte do concelho de Lagos, poderá nascer um dos maiores ecoresorts da Europa


Nas Herdades Corte Velada e Corte Barriga, na freguesia de Bensafrim, no Norte do concelho de Lagos, poderá nascer um dos maiores ecoresorts da Europa, numa área total de 271 hectares, que se traduz num investimento de 69 milhões de euros, criando 80 postos de trabalho directos.

Mas a forma como surgiu a ideia de instalar este investimento no concelho barlaventino não é habitual. «Vinha passear de bicicleta com o meu filho e isto era muito bonito», explicou Martin Verloop, um dos sócios do empreendimento, durante a apresentação do projecto. Após os incêndios em 2003, que destruíram grandes áreas nas serras algarvias, «tudo estava queimado e cheio de cinzas. Parecia um deserto, onde não havia vida», sublinhou o norueguês que vive em Odiáxere há 17 anos. Confrontado com aquelas imagens, decidiu investir no ecoturismo, em conjunto com o seu sócio Arne Laerdal.O empreendimento baseia-se «na multifuncionalidade, tendo como objectivo o balanço ecológico positivo», afirmou António Marques, arquitecto coordenador do projecto. Ou seja, além de ser reconhecido o papel dos recursos florestais e da actividade silvícola, o ecoresort deverá ter um efeito nulo no ambiente, sendo por isso dependente das energias renováveis, como a solar.Seguindo as normas inscritas no Protal, quanto ao desenvolvimento rural, o projecto inclui «a dinamização de pequenas unidades de transformação de produtos locais, a recuperação do montado, do coberto florestal e o reforço da importância do medronho», garantiu o arquitecto.A primeira fase, já em curso, é a substituição de povoamentos mal adaptados de eucalipto, por espécies autóctones. «O conceito chave de multifuncionalidade transforma a floresta num espaço produtivo, de lazer, criativo e de aproveitamento dos produtos», avançou. A prioridade dada à floresta, como ponto de partida, gera um crédito ambiental, que deverá aumentar à medida que as acções a nível da galeria ripícola (vegetação ao longo das ribeiras) e as plantações sejam executadas. «Até aqui, já foram plantados 45 mil medronheiros e 20 mil medronheiros», garantiu o sócio do projecto. Daqui a alguns anos, será possível ainda retirar matérias como a cortiça ou o medronho. «Vamos fazer o Museu do Medronho e uma destilaria nas ruínas existentes na Herdade. Depois tentaremos vender as garrafas de medronho, com marca própria, nas superfícies comerciais», contou ao «barlavento» Martin Verloop. Por outro lado, essas ruínas que vão albergar os núcleos de valorização dos produtos serão reconstruídas com recurso à taipa, promovendo o aproveitamento de energia e os materiais locais.A nível turístico o empreendimento terá uma Casa do Clube, restauração, campo de golfe, centro hípico, piscina colectiva, campo de jogos, parque aventura, um hotel e um aldeamento com seis núcleos. No entanto, não será um complexo fechado, pois permitirá uma envolvência no meio onde se insere, sendo um resort aberto.O projecto, que já foi entregue na Câmara de Lagos, custará 69 milhões de euros, dos quais 39 milhões correspondem ao hotel e ao aldeamento. O restante montante será dividido pela florestação e regeneração ambiental (13 milhões), pelas infra-estruturas (nove milhões), pelos equipamentos desportivos e de lazer (sete milhões) e pela indústria e equipamento cultural (700 mil).

Quarta-feira, 3 de Junho de 2009

Práticas de irrigação para minimizar a acumulação de sal



Manter a relva em lugares afetados pelo sal é um dos mais difíceis desafios que um superintendente de campo de golfe ou de um campo atlético pode enfrentar. Este é um problema que vem crescendo devido a vários fatores, incluindo o aumento do uso de fontes de irrigação que contêm sal, invasão de água salgada em áreas costais e limitação do uso e da qualidade de água utilizados em regiões áridas e secas.
Foto 1: A água para irrigação proveniente de estaç ão de tratamento de água é uma fonte potencial de níveis altos de NaCl.

A lixiviação é uma prática de manejo usada para evitar o acúmulo de NaCl no solo. Há dois métodos de lixiviação praticados. O primeiro é aquele em que a água da irrigação é aplicada em quantidade suficiente para mover o sal para fora da zona radicular. O volume de água necessário depende da quantidade de sal acumulado e do tipo de solo.
Entretando, como uma regra geral, 15 cm de água precisa descer através da zona radicular ou do perfil do solo para a condutividade elétrica (CE) do solo cair 50%. Isto é equivalente a 1,63 milhões de litros por hectare. A quantidade pode ser diminuída se o processo for feito freqüentemente ou se a CE desejada for menor que 50%.
Foto 2: Acumulação de NaCl em grande quantidade pode causar dano ao turf.
O segundo método utilizado para reduzir a concentração de sal é conhecido como requerimento de lixiviação. Este é o volume mínimo de água necessário para manter a concentração de NaCl dentro do limite de tolerância de determinada espécie de turfgrass. Em contraste com o primeiro método, que é feito com não tanta frequência, este método é feito toda vez que é feita irrigação. Este método requer que o superintendente saiba o nível de tolerância ao sal da espécie de turfgrass que ele maneja.
Utilizando um campo atlético de couchgrass como exemplo, se a água usada para irrigação tem um CE de 3.0 dS m-1 , e dada a tolerância ao sal de 8 dS m-1 do couchgrass, a lixiviação requerida será de 3,0/8,0 x 100, que equivale a 38%. Isto significa que toda vez que for feita irrigação, será necessário a utilização de 38% mais água do que a quantidade utilizada normalmente. Então, se a irrigação leva 15 minutos para ser concluida, para preencher o requerimento de lixiviação, seria necessário adicionar 5,7 minutos ao tempo de irrigação (0,38 vezes 15), em um total de 20,7 minutos.



Matéria constituída por substâncias contendo carbono na sua estrutura molecularOs Ác. Húmicos desempenham um papel crítico na capacidade que as plantas apresentam para absorver os nutrientes, estes têm a capacidade de desbloquear nutrientes e torná-los disponíveis para serem absorvidos pelas plantas, estimulando ao mesmo tempo as defesas naturais da planta
Aumentam a produtividade, diminuindo o uso de fertilizantes e pesticidas e promovem o crescimento saudável da relva. A retenção de água no solo aumenta o que poderá resultar numa diminuição na quantidade de água a fornecer.
Acção dos ácidos húmicos
Benefícios físicos:
Modificam a estrutura do solo1. Melhora a estrutura do solo: Evita perdas elevadas de água e nutrientes em solos arenosos e em solos pesados e compactos o arejamento do solo e o aproveitamento da água são melhorados.2. Maior resistência à seca devido ao aumento da capacidade de retenção de água do solo 3. Reduz a abertura de fendas na superficie de solo diminuindo o escurrimento superficial da água prevenindo a eruzão.
4. O cultivo é facilitado
Benefícios químicos
1. Elevada capacidade de troca cationica (CTC)2. Regulam o pH, neutralizando solos ácidos e alcalinos.3. Reduz a disponibilidade de substâncias tóxicas no solo.4. Ricos em substâncias minerais e orgânicas essenciais ao desenvolvimento das plantas5. Promove a conversão de elementos nutritivos (ex: N, P, K, Zn ) em formas disponíveis para a planta absorver6. Actuam como agentes quelatantes para iões metálicos em condições alcalinas e promove a sua absorção pelas raízes
Benefícios Biológicos: Estimulam a planta e a actividade dos microrganismos
1. Estimulam o crescimento e proliferação de microrganismos benéficos no solo, sendo estes responsáveis pela produção contínua de Húmus e melhoramento da estrutura do solo.2. Actuam como catalisador biológico em diversos processos biológicos. 3. Promove o desenvolvimento de clorofila, açúcares e aminoácidos nas plantas e ajuda na fotossíntese.4. Aumentam o teor vitamínico e mineral das plantas. 5. Estimulam e aumentam as enzimas de plantas (promotor de fitoalexinas). 6. Estimulam o crescimento radicular e permitem uma melhor absorção dos nutrientes. 7. Aumentam a respiração e formação de raízes. Apesar de todas as fontes de matéria orgânica serem interessantes, existem grandes diferenças entre elas, nomeadamente ao nível de substâncias húmicas.De todas as fontes de MO a Leonardita é aquela que apresenta maior percentagem de Ác. Húmicos

Domingo, 31 de Maio de 2009

a highly accessible location with over 3,000 sunshine hours annually, Portugal is considered a smart proposition for property acquisition, either for


a highly accessible location with over 3,000 sunshine hours annually, Portugal is considered a smart proposition for property acquisition, either for personal use or as an investment. Newlyn Portugal has developed exclusive resorts in central and eastern Algarve, with plans underway for another project in the popular marina town of Vilamoura. Our demanding standards for quality have achieved international recognition, with Newlyn's Victoria Boulevard development winning 'Best Architecture' (multiple units Portugal) and 'Best Property Marketing' (Portugal) at the 2006 International Property Awards. Between 2005 and 2008, we plan to develop 400 residential units valued at almost €130 million.

Chamartín recusa construir mega centro comercial em Leiria


Chamartín recusa construir mega centro comercial em Leiria
O presidente da Associação de Desenvolvimento de Leiria (ADLEI) recebeu sem surpresa a recusa da Chamartín em construir um mega centro comercial na cidade, avança hoje a Lusa. O presidente da Associação de Desenvolvimento de Leiria (ADLEI), Ribeiro Vieira, afirmou à Lusa que «não o surpreendeu muito a posição da Chamartín», pois «as condições económicas do país e da região são bem diferentes daquelas em que foi lançado o concurso». O grupo Chamartín, ao qual a Câmara Municipal de Leiria manifestou a intenção de entregar a construção de um mega-centro comercial na cidade, informou a autarquia que «não tem interesse» na adjudicação, segundo explicou à Lusa o vereador com o pelouro do Planeamento e Ordenamento do Território, Fernando Carvalho

Novos achados arqueológicos foram identificados em Lagos


Novos achados arqueológicos foram identificados em Lagos
No âmbito da construção do Parque de Estacionamento subterrâneo situado no Anel Verde/Parque da Cidade, em Lagos, foram recentemente registados importantes achados arqueológicos, com destaque para os vestígios de uma Gafaria (um hospital para leprosos), enterramento de escravos e uma lixeira dos séculos XV a XVII. As recentes descobertas enriquecem o património arqueológico da cidade, contribuindo também para a melhor compreensão da sociedade de épocas passadas, de acordo com a informação enviada à imprensa. Relembre-se que a cidade de Lagos está a ser alvo de um processo de renovação urbana que visa a requalificação da Frente Ribeirinha e a criação de dois novos parques subterrâneos: o Parque da Avenida/Frente Ribeirinha e o Parque da Cidade/Anel Verde.

Guedes Pinto avança para os Balcãs


Guedes Pinto avança para os Balcãs
A Guedes Pinto, empresa dedicada à mediação, gestão, consultoria e marketing imobiliário, prepara-se para investir nos mercados dos Balcãs, nomeadamente na Croácia e Bósnia. As operações da Guedes Pinto naqueles dois países incidem nos projectos de retalho e serviços. A empresa terá como parceiros investidores portugueses e operadores locais. Na Croácia, a Guedes Pinto pretende explorar projectos em cinco cidades: Zagreb, Dubrovnik, Rijeka, Varaždin e Split. Já na Bósnia, a empresa portuguesa está a desenvolver operações em Sarajevo – onde actualmente já estão identificados dois projectos para espaços comerciais – e Banja Luka. “Em 2008, efectuámos estudos de potencial de mercado nestes países e detectámos oportunidades de negócio na área de retalho e serviços. A Croácia e a Bósnia estão em clara expansão, estando o mercado do retalho ainda em crescimento, pelo que estamos certos de que seremos bem sucedidos”, refere Sérgio Pinto, director-geral da Guedes Pinto.

Primeiro Eco Hotel vai ser construído no Estoril


Primeiro Eco Hotel vai ser construído no Estoril
O Estoril vai receber em 2011 o primeiro hotel eco-eficiente do país, resultante de um investimento global na ordem dos 40 milhões de euros. Desenhado pelo arquitecto J.Vasconcelos Marques Arquitecto, esta nova unidade hoteleira assenta no conceito de eco-eficiência e tem como principal objectivo criar um conceito diferente do habitual e ao mesmo tempo ecológico. "Com este projecto queremos marcar a diferença e, ao mesmo tempo, ter uma atitude pedagógica", disse à agência Lusa o responsável da empresa, João Vasconcelos Marques. Este projecto pioneiro a nível nacional usa técnicas inovadoras em termos de reciclagem dos circuitos de água e de energia, utilizando métodos ecológicos de construção com materiais reciclados. "Só as energias renováveis não chegam, é preciso juntar sistemas construtivos com cuidados de isolamento e evitar outros defeitos", acrescentou o responsável. O "Hotel Mundial Estoril Resort & Spa" vai situar-se em frente à Quinta Patino, em Alcabideche, com uma capacidade de acolhimento para 500 pessoas, que poderão ficar instaladas em 250 quartos. O responsável mostrou-se satisfeito com o facto de a Câmara Municipal de Cascais ter emitido a licença para construção sem condicionantes, adiantando que a abertura ao público está agendada para 2011.

Quinta da Fonte ganha centro de congressos no valor de 30 milhões


Quinta da Fonte ganha centro de congressos no valor de 30 milhões
O empreendimento empresarial Quinta da Fonte, em Oeiras, vai receber um novo centro de congressos, feiras e exposições orçado em 30 milhões de euros. A primeira pedra desta obra já foi lançada pela Câmara Municipal de Oeiras, numa cerimónia que contou do presidente da Aitecoeiras, Luís Todo Bom. A construção deste novo pólo de desenvolvimento empresarial vem preencher uma das maiores necessidades sentidas pelas muitas empresas presentes no concelho de Oeiras. O futuro Centro de Congressos, que irá constituir uma real alternativa à oferta existente na Área Metropolitana de Lisboa, foi projectado pelo arquitecto Luís Neto, terá uma área de implantação de 12.000 m2 e uma área de intervenção de 21.000 m2. Com três auditórios num total de 2020 lugares, mais seis salas de reuniões e quatro pequenos auditórios num total de mais de 216 lugares, o edifício terá ainda uma área de exposições de 8.000 m2 e cerca de 900 lugares de estacionamento, que contribuirão para minorar o problema de parqueamento do Parque Empresarial da Quinta da Fonte. A gestão do Centro de Congressos vai ser da responsabilidade da AITECOEIRAS e a obra está a cargo da Oeirasexpo, sendo o consórcio responsável pela construção liderado pela Edivisa. A conclusão da obra está prevista para o final 2011.

Quinta da Fonte ganha centro de congressos no valor de 30 milhões


Quinta da Fonte ganha centro de congressos no valor de 30 milhões
O empreendimento empresarial Quinta da Fonte, em Oeiras, vai receber um novo centro de congressos, feiras e exposições orçado em 30 milhões de euros. A primeira pedra desta obra já foi lançada pela Câmara Municipal de Oeiras, numa cerimónia que contou do presidente da Aitecoeiras, Luís Todo Bom. A construção deste novo pólo de desenvolvimento empresarial vem preencher uma das maiores necessidades sentidas pelas muitas empresas presentes no concelho de Oeiras. O futuro Centro de Congressos, que irá constituir uma real alternativa à oferta existente na Área Metropolitana de Lisboa, foi projectado pelo arquitecto Luís Neto, terá uma área de implantação de 12.000 m2 e uma área de intervenção de 21.000 m2. Com três auditórios num total de 2020 lugares, mais seis salas de reuniões e quatro pequenos auditórios num total de mais de 216 lugares, o edifício terá ainda uma área de exposições de 8.000 m2 e cerca de 900 lugares de estacionamento, que contribuirão para minorar o problema de parqueamento do Parque Empresarial da Quinta da Fonte. A gestão do Centro de Congressos vai ser da responsabilidade da AITECOEIRAS e a obra está a cargo da Oeirasexpo, sendo o consórcio responsável pela construção liderado pela Edivisa. A conclusão da obra está prevista para o final 2011.

Quarta-feira, 27 de Maio de 2009



A utilização sistemática de produtos fitossanitários (fungicidas, insecticidas, herbicidas, etc) têm consequências negativas a vários níveis:

a contaminação do ambiente: águas subterrâneas, solo, ar, que poderão afectar não só o ambiente do viveiro mas também o envolvente, devido à circulação de ar e águas subterrâneas

a contaminação das pessoas, não só as que trabalham no viveiro, que serão afectadas em maior escala, mas também outras pessoas que convivam na vizinhança, e em muito pequena escala as pessoas que compram as plantas
o desiquilíbrio ecológico: muitos produtos fitossanitários têm efeitos nefastos sobre outros organismos que não aqueles a quem se destinam. Este efeito passa frequentemente despercebido mas pode ter consequências ao nível do equilíbrio ecológico de micro e macroorganismos. Por exemplo, após a utilização de insecticidas são afectados igualmente os insectos que se pretendem eliminar e os organismos que deles se alimentam: outros insectos, sapos, pássaros, ouriços cacheiros, etc. Normalmente as populações de insectos herbívoros (as nossas pragas) têm muito maior facilidade em recuperar de um ataque com insecticida do que os seus inimigos: insectos predadores, sapos, pássaros, etc, que são nossos auxiliares. Isso significa que o controle natural das nossas pragas é cada vez menos eficiente e cada vez é necessário utilizar mais químicos para as combater, até que acabam por ter que se fazer aplicações sistemáticas dos mesmos. Normalmente isso acontece com todos os químicos, em maior ou menor grau.
Assim evitam-se sempre que possível os tratamentos com químicos indesejáveis, apostando na prevenção dos problemas fitossanitários e na utilização de produtos fitossanitários ecológicos. Ver página sobre saúde das plantas
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Evitam-se os adubos solúveis e previligiam-se os fertilizantes de libertação prolongada, com o objectivo de evitar a lixiviação de nitratos e outros poluentes.
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Recicla-se a maioria dos materiais orgânicos e não orgânicos, reutilizando-os no local sempre que possível
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Utilizam-se substratos com baixo conteúdo em turfa, material finito e cuja exploração tende a esgotar os depósitos
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São utilizadas práticas de economia de água
É feita uma selecção criteriosa das plantas cultivadas, propagadas e comercializadas, com vista a diminuir qualquer risco de invasão biológica. No entanto qualquer informação adicional sobre caracter invasor que nos seja desconhecida é benvinda e agradece-se.

Segunda-feira, 25 de Maio de 2009

A AECOPS iniciou um conjunto de análises de conjuntura do Sector para diversas regiões do País. Trata-se de uma iniciativa





A AECOPS iniciou um conjunto de análises de conjuntura do Sector para diversas regiões do País. Trata-se de uma iniciativa que é considerada imprescindível para ajudar as empresas a adoptarem as decisões mais correctas, sobretudo em período de crise.Lisboa e Setúbal são as primeiras duas regiões a serem abordadas. Em ambas, verifica-se uma evolução desfavorável do sector da Construção, desde o início do corrente ano, que é consentânea com o comportamento da economia em geral.A AECOPS sublinha, no seu estudo, que a construção de habitação tem apresentado na Grande Lisboa um melhor desempenho face à média de Portugal. Apesar da avaliação "sobre o nível de actividade global das empresas de construção ser ligeiramente mais negativa do que a média nacional, os empresários da região de Lisboa apresentam, ainda assim, resultados menos desfavoráveis nas apreciações referentes ao segmento habitacional", salienta a AECOPS, que acrescenta: "é o caso das opiniões sobre o ritmo de produção das empresas que se dedicam à construção de habitação e sobre a evolução das vendas de fogos, ambas menos negativas que as respectivas médias nacionais". Compreende-se assim que é também na região de Lisboa que se assiste a uma menor quebra do investimento em habitação, com o número de fogos licenciados a cair apenas 23 por cento no primeiro trimestre deste ano e em termos homólogos, contra os -49,5 por cento da média nacional.Também o investimento público na região de Lisboa regista melhor comportamento do que a média do País, a avaliar pelos indicadores relativos ao número de concursos abertos e adjudicados: respectivamente -21,3 e +194,8 por cento na Grande Lisboa, contra 26,2 e +71,1 por cento a nível nacional. No entanto, verifica-se uma evolução inversa quando se toma por análise o valor dos concursos. Neste caso, a região de Lisboa tem pior evolução do que a média nacional: -71,4 por cento (-32,1 por cento no País) no que concerne aos concursos abertos e +92,6 por cento (+307,8 por cento) quanto aos adjudicados.Embora o desemprego na Grande Lisboa não venha a crescer a um ritmo tão acentuado como a média nacional (+24 e +26 por cento, respectivamente), os empresários locais manifestam um pessimismo mais acentuado quanto ao andamento do Sector, o que, segundo a AECOPS, se atribui a "uma carteira de encomendas particularmente reduzida (7,2 meses face a 9,6 meses para o total nacional) e a um indicador de confiança mais desfavorável do que o calculado em termos nacionais".Pessimismo reina em SetúbalJá na região de Setúbal, a AECOPS destaca o pessimismo instalado nos empresários da Construção que ficou a dever-se, exclusivamente, "à apreciação extremamente negativa sobre o ritmo de produção de edifícios não residenciais". É que, refere esta Associação, em todos os outros segmentos de actividade, "as avaliações foram até menos negativas do que a média nacional". Inclusive, na habitação, a opinião dos empresários sobre a evolução deste mercado foi menos desfavorável do que a nível geral do País.O pessimismo dos construtores de Setúbal também está bem expresso nas suas opiniões quanto às perspectivas de evolução futura da produção: -37 por cento, contra -16 por cento na média nacional. Nem a melhoria verificada, recentemente, no investimento público e traduzida no maior valor de obras lançadas a concurso (53,8 por cento de Janeiro a Abril de 2009 na zona de Setúbal e -32,1 por cento em média nacional) foi suficiente para contrariar a tendência pessimista manifestada pelos empresários de Setúbal.

Saída da crise depende da Construção




Saída da crise depende da Construção
Investir na Construção é condição indispensável para superar a actual crise económico-financeira, sublinhou, esta semana, o presidente da AECOPS, Ricardo Pedrosa Gomes, que lamentou, no entanto, o facto de 'ninguém ouvir o Sector', apesar do seu importante peso na economia.No debate sobre as "Perspectivas da economia - o investimento e o futuro da Construção" , inserido nas Conferências FEPICOP 2009, que decorreram esta semana na FIL, no âmbito da Tektónica, o presidente da AECOPS explicou a importância da Construção na recuperação da economia nacional, enfatizando que a resposta para o grave problema do desemprego está na expansão do Sector. No entanto e para que a Construção possa desempenhar o seu papel de motor da economia, é preciso resolver os obstáculos ao normal funcionamento do mercado. Entre eles, Ricardo Pedrosa Gomes destacou a necessidade de rever a lei do arrendamento urbano e a forma como o património é tributado.Da mesma opinião foram os outros intervenientes no debate: António Cabral, da Comissão Europeia, Augusto Mateus, ex-ministro da Economia, e Fernando Santo, bastonário da Ordem dos Engenheiros. Todos foram unânimes quanto à importância do sector da Construção na recuperação da economia nacional. António Cabral defendeu o investimento público de curto prazo, ou seja, aquele que tem repercussões quase imediatas na economia, como um dos meios para a saída da actual crise que, para além de global, é de origem financeira, o mesmo sucedendo com Augusto Mateus que considerou que investir na Construção significa gerar crescimento e emprego , sendo este "um dos sectores que mais poderá contribuir para a superação" da crise.Já Fernando Santo lembrou que "o mercado de arrendamento é fundamental" para que o Sector possa sair da crise em que se encontra desde 2002, por falta de "políticas específicas".

Sábado, 23 de Maio de 2009

O Vila Galé Lagos, o primeiro dos vários hotéis de 4 e 5 estrelas previstos no Plano de Urbanização da Meia Praia (aprovado em 2007)


O Vila Galé Lagos, o primeiro dos vários hotéis de 4 e 5 estrelas previstos no Plano de Urbanização da Meia Praia (aprovado em 2007) foi inaugurado no passado Sábado, dia 25 de Abril, pelo Primeiro-Ministro, Eng.º José Sócrates.


A cerimónia contou com a presença de vários membros do Governo, entre os quais o Ministro da Economia e da Inovação, Dr. Manuel Pinho, e o Secretário de Estado do Turismo, Dr. Bernardo Trindade, figuras do mundo da moda, principais figuras institucionais do concelho e da região e muitos empresários do sector, num acontecimento que juntou 620 convidados.

Na ocasião José Sócrates mostrou-se visivelmente satisfeito pelo facto de se estar a inaugurar mais uma nova unidade de grande categoria no Algarve, a juntar-se a outras inauguradas recentemente, felicitando o empreendedorismo demonstrado pelo Grupo Vila Galé, na pessoa do Dr. Jorge Rebelo de Almeida, e elogiando a atitude optimista, criadora de emprego, que deve prevalecer sobre o pessimismo.Na sua intervenção o Presidente da Câmara Municipal de Lagos referiu a importância do momento para Lagos, no que este significa de qualificação e aumento da oferta turística do concelho, acrescentando os demais hotéis previstos quer para a Meia Praia, quer para outros locais do concelho, parte dos quais em construção.

A anteceder o momento da inauguração oficial do Hotel, foi assinado, na presença do Sr. Ministro da Economia e da Inovação, um Acordo de Parceria entre o Município de Lagos, o IEFP – Delegação Regional do Algarve, a Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo do Algarve, a Escola de Hotelaria e Turismo do Algarve e as Escolas de Lagos com formação profissional que visa estabelecer formas de colaboração tendo em vista a identificação de necessidades, quantitativas e qualitativas, de postos de trabalho a criar por parte das empresas aderentes e a resposta organizada por parte das entidades formadoras, quer em termos de disseminação da informação e de facilitação de acesso ao emprego, quer em termos de ofertas e incentivos à formação técnica e profissional e de apoio à contratação de trabalhadores. Jorge Rebelo de Almeida, que falou na qualidade de entidade anfitriã e em representação das empresas que irão aderir ao Acordo, referiu a importância que este grupo hoteleiro dá à formação do pessoal, dando como exemplo a Academia Vila Galé, pioneira na formação profissional on job. Sobre o Acordo assinado, disse ser necessário passar rapidamente à acção e promover formação de carácter muito prático, com forte ligação à realidade empresarial, e que não seja “chata” para os formandos.

Já o Prof. Doutor Ludgero dos Santos Sequeira, Presidente do Conselho Directivo da Escola Superior de Gestão, Hotelaria e Turismo da Universidade Algarve, manifestou a enorme vontade que as instituições de ensino em geral têm de colaborar nestes projectos que visam o estreitamente de relações com as organização e as empresas, e a oferta de uma formação mais orientada para a vertente prática. Terminou a sua intervenção dizendo ser necessário acabar com certas “Torres de Marfim” e promover o desenvolvimento da região.O aspecto simbólico da cerimónia foi destacado pelo Delegado Regional do Algarve do IEFP, Dr. Alberto Eduardo da Silva e Melo, que lembrou tratar-se de um acontecimento duplo, a decorrer no 35.º aniversário do 25 de Abril, o qual permite colocar em prática algumas das promessas da revolução: a coesão da sociedade, nomeadamente através da cooperação entre entidades públicas e entidades de direito privado. Considerando a educação e a formação determinantes para o desenvolvimento da sociedade e para a afirmação da cidadania, concluiu considerando o investimento nos empreendimentos turísticos uma aposta inteligente pelo seu efeito multiplicador.A encerrar a cerimónia, o Ministro da Economia declarou que apesar da situação não estar boa lá fora, “o pior que se pode fazer é parar de investir na educação e na formação”. Manuel Pinho considerou que Lagos tem boas condições para o Turismo e aproveitou a oportunidade para dar a conhecer várias iniciativas ao nível do investimento público importantes para o Turismo do Algarve no seu todo, como sejam: a adjudicação da requalificação da EN 125; a reabertura da Fortaleza de Sagres em Agosto próximo; a faculdade de Medicina; e os outros hotéis já inaugurados e a inaugurar.
A legislação dos recursos hídricos previa a obrigação de regularização das fossas e dos furos não legalizados até ao próximo dia 1 de Junho Foi aprovado um novo prazo para que os utilizadores de recursos hídricos possam regularizar os seus títulos, o que permitirá adiar a aplicação das sanções previstas para quem não tenha autorização Assim sendo, o novo prazo termina no dia 31 de Maio de 2010, o que dá aos interessados mais um ano para legalizar a sua situação. Ora o novo regime de utilização de recursos hídricos, em vigor desde 1 de Junho de 2007, prevê que toda a utilização da água passará a ter de ser titulada através de autorizações, licenças ou concessões. O cidadão que queira regularizar qualquer captação de águas, construção, implantação, demolição, alteração ou reparação de infra-estruturas hidráulicas, passou a ter de ser titulada por autorização, por ser uma utilização de recursos hídricos particulares Assim sendo, até ao dia 1 de Junho de 2010, os utentes de recursos hídricos devem proceder à obtenção de um título que legitime esse uso. Sem isso, sujeitam-se a um processo por contra-ordenação ambiental muito grave. Os requerentes deverão apresentar à Administração da Região Hidrográfica (ARH), até à data mencionada, um requerimento para esse efeito.